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Comments: Sexta-feira, Agosto 29, 2003 Essa figura aí da foto é uma das pessoas mais bacanas que eu conheço. O César é um amigão quase de infância dos meus bons e velhos tempos de Sagrada Família. Quando eu tinha 12 anos e estudava no Paulo Mendes, a gente sempre ia um pra casa do outro depois da aula pra ouvir MPB. Éramos quase que nossos únicos companheiro de música naquela época. Tinha uns "forrós" muito legais na casa dele, que tem uma mãe que é muito gente fina, a Claudinha... Uma vez nós até fomos no show do Belchior juntos, eu devia ter uns treze anos, pagamos 10 reais e ficamos nos lugares de 30, afinal, quem ia brigar com duas crianças indefesas? Isso tudo era muito legal... Bla... Saudade do meu amigo Cesinha... ....e das viradas de ano enlouquecidas na casa dos amigos... postado por: Amana 6:25 PM Comments: postado por: Amana 6:18 PM Comments: Terça-feira, Agosto 26, 2003 O menino assiste, impassível à luta das saúvas que se degolam. A menina tem compaixão. Quer intervir, mas é sustada: - Não. Observa apenas. Como se fôssemos deus. (João Batista Jorge) postado por: Amana 1:30 AM Comments: Segunda-feira, Agosto 25, 2003 "...Plantem flores, minhas mãos, antes da paralisia. Plantem-se palavras no vaso raso desses dias antes que se ponha o sol..." Eu tinha um primo que chamava João Batista Jorge... O texto acima é um trecho de um dos vários poemas dele que nos foram deixados. O primo que mal pude conhecer morreu assassinado em São Gotardo, cidade da minha família, quando eu tinha 3 anos. Eu me lembro muito pouco dele. A lembrança mais nítida que tenho não é do seu rosto estático, como numa fotografia, minha lembrança é de um momento: sem esforço consigo buscar a imagem dos meus pezinhos se distanciando do chão, depois de ter sido pega pelas costas para montar no pescoço do Batistinha "de cavalinho". Lembro da sua cabeça e de suas cabeleira, em que eu me agarrava pra ter segurança. Então me recordo de passarmos por uma sala, por uma porta, abaixando pra eu não bater a cabeça... Descemos uma rampa, em direção ao portão da casa onde morava. Descemos uma rua, entramos no boteco. Só uma mão segurava o meu pé, a outra segurava uma sacola jeans velha, que eu enxergava de cima, cheia de cascos de cerveja. Ele falou com o moço do balcão, não me lebro do que disse e nem se encontrou com alguém lá. Minha útima imagem deste momento foi de uma mão vinda lá de baixo com um pirulito "campeão", cor de rosa, mastigável e ainda com o papel. Quando eu tinha 13 anos, fizeram aqui em Belo Horizonte, um memorial: Dez anos sem João Batista Jorge. Este ano, em Dezembro, completam 20 anos que meu primo jormalista, poeta, querido, filho da tia Hilda, morreu. (Na verdade ele é primo da minha mãe, mas é muito difícil pra nós, dessa família-tribo, que é a Família Duarte Lacerda dos campos de São Gotardo, calcular essas distâncias poucas entre tias-avós, sobrinhos-bisnetos e primos de sexto grau.) Meu primo Bá, como eu o conheci, editou a revista "Paca Tatu Cotia Não" e publicou três livros: Tíbias e Flautas, Asa da Àguia/Àgua da Àsia e Flagrante Jóia, neste útimo a capa é uma fotografia, dessas tiradas por fotógrafos de rua, dele e da Thais, uma antiga namorada, de quem eu me lembro nas rodas de violão com um cabelão lindo e loiro e sempre de vestido. Para ela, o Bá deve ter escrito muitas de suas coisas. Até 1983, quando foi assassinado,duvido que alguma vez ele tenha previsto a rapidez com que se comunicariam as pessoas dentro de alguns anos. Duvido que imaginasse o quanto era querido, por quanto tempo seria lembrado e por tantas pessoas. Mesmo assim resolvi jogar seu nome completo num site de busca para ver no que dava e encontrei isso: GRANDE AMOR ao poeta João Batista Jorge Posto o morto, raso o poço. Precisei retornar. E retornei para olhar o corpo do amor que não me coube enterrar. Foi longo o tempo entre carne e terra entre terra e ar palavra e poesia. Hoje, compreendo o que morre e o que nunca morrerá. (Thais Guimarães) www.tanto.com.br/Thaisguimaraes-amor.htm postado por: Amana 3:47 PM Comments: Sábado, Agosto 23, 2003 MUITO ÓDIO DEMONÍACO, MAS MUITO MESMO!!!! Minha amiga Raquel (logo a Raquelzinha) me mandou um e-mail dizendo que foi assaltada dentro de um ônibus, aqui em BH, às 11:00 da manhã. Isso me deixou muito revoltada!!!! Como assim? Cadê a ordem das coisas? Como assim, ladrão de dia dentro do ônibus??? O horário de "trabalho" desses filhos da puta não é à noite? Agora, pra que servem os conselhos da mamãe: "Não fique até tarde na rua..." "Não ande sozinha de madrugada..."???? Que desgraça!!! O que eu faço agora? Fico torcendo para os meus amigos não irem trabalhar????? É isso??? Desculpem o mau jeito, mas não consigo nem considerar o aspecto social do país diante de uma agressão dessas a uma pessoa tão batalhadora, tão honesta e tão pacífica quanto a Raquel. Sinceramente? Espero que esse cara se foda mesmo!!!! Eu tô muito indignada!!! postado por: Amana 7:38 PM Comments: Paulo, mais uma pra você... Mais uma que provavelmente, você nem vai ler ou não vai entender... Fica assim, então... Bem querer Quando o meu bem-querer me vir Estou certa que há de vir atrás Há de me seguir por todos Todos, todos, todos o umbrais E quando o seu bem-querer mentir Que não vai haver adeus jamais Há de responder com juras Juras, juras, juras imorais E quando o meu bem-querer sentir Que o amor é coisa tão fugaz Há de me abraçar com a garra A garra, a garra, a garra dos mortais E quando o seu bem-querer pedir Pra você ficar um pouco mais Há que me afagar com a calma A calma, a calma, a calma dos casais E quando o meu bem-querer ouvir O meu coração bater demais Há de me rasgar com a fúria A fúria, a fúria, a fúria dos animais E quando o seu bem-querer dormir Tome conta que ele sonhe em paz Como alguém que lhe apagasse a luz Vedasse a porta e abrisse o gás (Chico Buarque) postado por: Amana 6:09 PM Comments: Sexta-feira, Agosto 22, 2003 De volta aos lápis... Olha só que ironia do destino: Eu passei todo o tempo na faculdade de Publicidade e Propaganda brigando com as pessoas por acreditar que o que interessava era o conteúdo, e não a forma... Transformando numa questão prática, eu achava um absurdo meus trabalhos manuscritos não serem aceitos, principalmente porque eu simplesmente ODIAVA os computadores!!! Minhas rixas por causas dos trabalhos culminaram numa gastrite possivelmente adquirida nas aulas de Português 3, em que a professora Wanderléia (pessoas cujos nomes começam com "w" nunca me inspiraram confiança, sei lá porque) empurrava-nos goela a baixo as normas da ABNT. Logo na matéria PORTUGUÊS, logo a minha preferida de toda a vida!!!! Eu nunca imaginei que eu tomaria bomba em português, mas foi mais forte do que eu. Eu ODIAVA aquela mulher.Nem tanto, na verdade. Eu até gostava dela,alguns são testemunhas disto, mas eu odiava aquela secura com que ela despresava qualquer trabalho que eu apresentasse. No entanto, o tempo passou, eu tive aulas felizes no computador, a Wanderléia foi mandada embora, aprendi como fazer trabalhos bonitinhos e finalmente me convenceram de que o correto era mesmo fazer um trabalho que fosse padrão, para que pudesse ser arquivado como um trabalho acadêmico e blá, blá, blá... Pronto! Acostumei-me à realidade... Acontece que que eu larguei meu curso de Publicidade e Propaganda e fui me arriscar em Educação Física. Logo no primeiro trabalho (de biologia, portanto, descabelante pra mim) fui a primeira do meu grupo a lenvantar a bandeira da norma padrão. Que nada... Achei que tava fazendo a maior vantagem. Ontem, quando fui mostrar como estava meu trabalho, meu professor Wanderson (que tinha que ter um "w" pra provar que o mundo realmente dá voltas) olhou com desaprovação e disse: " EU SÓ ACEITO TRABALHOS MANUSCRITOS" ... Busquei a Wanderléia lá no fundo meu ser e só por dentro, é claro, explodi de emoção. -É Wanderléia, eu tinha razão, ninguém precisa de você, nem do Luiz Carlos De Assis Rocha, autor de "Como elaborar trabalhos acadêmicos", para ser feliz. postado por: Amana 6:53 PM Comments: Terça-feira, Agosto 19, 2003 Em homenagem a mim mesma, a todas as leoninas e ao Vinícius, aí vai mais uma cosquinha no meu ego: (...) Leão A mulher de leão Brilha na escuridão. A mulher de leão, mesmo sem fome Pega, mata e come. A mulher de leão não tem perdão. As mulheres de leão Leoas são. Poeta, operário, capitão Cuidado com a mulher de leão! São ciumentas e antagônicas Solares e dominicais Ígneas, áureas e sardônicas E muito, muito liberais. (...) Vinicius de Moraes postado por: Amana 5:36 PM Comments: Segunda-feira, Agosto 18, 2003 Estou na faculdade... Meu aniversário acabou de acabar... Minha mãe me deu umas carnes, um strogonoff e outras coisinhas pra eu poder chamar umas pessoas prum parabéns no Rã-rã. Chamei muito poucas pessoas, com medo da comida ser pouca, mas acabou sobrando. A maioria das pessoas que eu chamei, também não foi... Mas não importa!!!! Eu, o Paulo, o Cacau, a Carol, a Isabel, o Clóvis, o Pedrinho, a Caela, a Iarinha, a Mônica e o Daniel tivemos um fim de semana muuuuuito bom!!! Maíra, Sabrina, Raquel e Nanda: vocês são umas bocós!!! Acho que nunca comi tanto em minha vida. Ainda sobraram seis long necks na geladeira e um freezer cheinho de carne... Meu regime começou hoje... postado por: Amana 6:24 PM Comments: Quinta-feira, Agosto 14, 2003 Hoje é meu aniversário... postado por: Amana 1:16 PM Comments: Domingo, Agosto 10, 2003 Acabei de ler "O Pagador de Promessas", do Dias Gomes. Comprei o livro ontem, voltando da faculdade, por R$2,00, numa banca. Muito bom, o livro. Eu gosto muito do Dias Gomes, principalmente da peça "O santo inquérito", foi de lá que tirei um trecho da personagem Branca Dias, para a aptidão do vestibular de Artes Cênicas, em 2000. Esse foi o maior vacilo de toda a minha vida. Eu passei na aptidão sem acreditar (foi o Pedrinho que teve que me contar), fiz a 1ª etapa e simplesmente não fui ver o resultado. Só este ano saber que passei na 1ª etapa, lendo no manual do candidato, o "mínimo" dos anos anteriores. Não era pra ser mesmo... Mas um dia eu ainda vou fazer artes cênicas, nem que eu tenha que ficar rica antes, pra ir estudar na casa do Shakespeare! Eu sou um fracasso!!! "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim". (Chico Xavier) É nisso que eu tenho tentado acreditar ultimamente... postado por: Amana 4:07 PM Comments: Eu não era aquele que À janela Viu o sol se pondo ou Pôs panelas sob goteiras Nem um Que assoviou Enquanto o dia trocava sua pele Nem Quem deu o doce à criança ou Hasteou bandeiras e Desfraldou o vento ou Cantou por sete horas e meia para despertar do sono a estrela Com certeza de mim ninguém dirá "ele meditou um pouco tentando achar um jeito de salvar parte da humanidade" E isso que você sente é só a possibilidade de explodir a possibilidade de explodir o gás (Sérgio Fantini ) Do livro: "79/97", BlackMaria, 1997, MG postado por: Amana 5:27 AM Comments: Finalmente eu descobri para que servem os cadernos no curso de Educação Física: sem eles, simplesmente não se sobrevive. Agora que já tenho o conhecimento do quanto eu vou ralar, me sinto envergonhada por ter subestimado o curso, no qual, é óbvio, eu sou o E.T. da turma. postado por: Amana 4:35 AM Comments: Recebi esse texto por e-mail e como gostei muito, resolvi dividir... "Eu tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de pavor. Vinha da vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças. Levei apenas uma hora para saber o motivo. Bete fora acusada de não ser mais virgem e os dois irmãos a subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para que o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse se tinha ou não o selo da honra. Como o lacre continuava lá, os pais respiraram, mas a Bete nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e acabou fugindo para o Piauí, ninguém sabe como, nem com quem. Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro alto do quintal da sua casa para se encontrar com o namorado. Agarrada pelos cabelos e dominada, não conseguiu passar no exame ginecológico. O laudo médico registrou "vestígios himenais dilacerados", e os pais internaram a pecadora no reformatório Bom Pastor, para se esquecer do mundo. Realmente esqueceu, morrendo tuberculosa. Estes episódios marcaram para sempre a minha consciência e me fizeram perguntar que poder é esse que a família e os homens têm sobre o corpo das mulheres. Ontem, para mutilar, amordaçar, silenciar. Hoje, para manipular, moldar, escravizar aos estereótipos. Todos vimos, na televisão, modelos torturados por seguidas cirurgias plásticas. Transformaram seus seios em alegorias para entrar na moda da peitaria robusta das norte-americanas. Entupiram as nádegas de silicone para se tornarem rebolativas e sensuais, garantindo bom sucesso nas passarelas do samba. Substituíram os narizes, desviaram costas, mudaram o traçado do dorso para se adaptarem à moda do momento e ficarem irresistíveis diante dos homens. E, com isso, Barbies de fancaria provocaram em muitas outras mulheres - as baixinhas, as gordas, as de óculos - um sentimento de perda de auto-estima. Isso exatamente no momento em que a maioria de estudantes universitários (56%) é composta de moças. Em que mulheres se afirmam na magistratura, na pesquisa científica, na política, no jornalismo. E no momento em que as pioneiras do feminismo passam a defender a teoria de que é preciso feminilizar o mundo e torná-lo mais distante da barbárie mercantilista e mais próximo do humanismo. Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque elas são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estrupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais. Ninguém diz, de uma mulher, que ela é de espadas. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência. É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz. E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d'água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que imporão um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e doçura de seus corações. Nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda. E meu peito não é de silicone; sou mais macho que muito homem". (Rita Lee) postado por: Amana 4:20 AM Comments: Sexta-feira, Agosto 08, 2003 Frase do dia: "A guerra pela audiência nas emissoras de televisão é tão cruel que bastou o Silvio Santos ameaçar que ia morrer que o Roberto Marinho pegou a idéia e morreu primeiro..." postado por: Amana 3:43 AM Comments: Era uma vez uma menina que não conseguia jogar nada fora e foi acumulando, acumulando coisas inúteis durante os vinte e três primeiros anos de sua vida. Aquelas coisas começaram a atrapalhar a menina e prendê-la em lembranças imbecis que não a deixavam viver em paz. Irritaram-na tanto que ela resolveu enterrar tudo numa enorme caixa de aço inox com os dizeres: "Abra em 3.025." O fato consumou-se. Foi realmente difícil arranjar uma caixa gigante de aço inox, assim como um lote vago disponível para o enterro. Mas ela o fez e é isso que interessa. A menina conseguiu, então, viver o resto de sua vida tranqüila, porque suas coisas não tinham sido jogadas fora: foram guardadas para a posteridade (e ela esparava realmente que fizessem um museu em seu nome assim que a caixa fosse descoberta). O tempo passou. A menina estudou, trabalhou, teve filhos, netos, bisnetos e morreu. O tempo passou mais ainda. A lenda da caixa enterrada foi completamente esquecida. O mundo evoluiu, a poluição aumentou, no ano de 3.025 aconteceram milhares de coisas, menos a descoberta de uma caixa enterrada num lote, que era vago em 2003. Tá bom, tá bom, em cima de onde estava a caixa nasceu uma árvore, no ano de 4056, mas ela foi arrancada e isso não tem nada a ver... Fim. Definitivamente não sei o que fazer com o monte de entulho que se acumulou no meu guarda-roupa durante todos esses anos, o pior disso é que eu amo todos eles. Bem, se algué tiver uma sugestão... (O Clóvis não vale porque ele é um terrorista nesse assunto) postado por: Amana 3:00 AM Comments: Quarta-feira, Agosto 06, 2003 postado por: Amana 2:06 AM Comments: Sexta-feira, Agosto 01, 2003 Meu cabelo tá estilo "madalena arrependida" de novo e eu tô sem grana pra cortar. A Sabrina supercorajosa enlouqueceu esses dias e tesourou, ela mesma, os longos cabelos que, com muita paciencia tinham chegado na cintura... Minha coragem já foi pro saco há muito tempo... Vou postar agora, o que já foram meus cabelos, um dia...
Eu, na porta do cotemig, aos 18 anos. postado por: Amana 11:27 PM Comments: Minhas aulas começam na segunda-feira que vem e eu tô deveras desesperada... Desânimo total é meu nome no momento... Já tem mais de meia hora que eu falei pro Paulo me ligar e ele ainda não me ligou... Blá... (Minha irmã Laura tem um novo namorado, agora... E lá se foram: a adolescente rebelde, o entusiasmado namorado e sua "galera" para um fim-de-semana super legal no sítio... Ai ai... "Ai que saudades eu tenho da aurora de minha vida, de minha infância querida que os anos não trazem mais..." Que babozeira...) Eu ainda não tenho caderno... Mas também não faço a menor idéia de como eu usaria um, na faculdade de Educação Física... Acho que estou cometendo uma loucura... Tô morrendo de medo... Eu nunca joguei basquete na vida, nem handboll, nem futebol, nem voley... Eu nunca nem brinquei de corta 3, nem de queimada, ou melhor, de queimada, já sim, uma vez, mas foi com um fluffy, aquelas bolinhas de borracha cheias de pelinhos que a gente tinha que passar maizena pra ficarem fofinhas, mas isso foi na quarta série... Enfim, eu que nunca participei de uma peladinha de rua que fosse, estou prestes a ter aulas de futsal. O que vou fazer, meu deus? Por falar eu Deus, nesses últimos tempos fui à Tenda do silêncio tanto quanto pude e isso foi muito bom.... Ainda tenho que aprender a fazer os exercicios de concentração e mentalização que me foram passados, acho que isso pode me ajudar muito. Essa foi uma semana muito estranha, a começar pelo fato de que eu dormi na casa do Paulo todos os dias, sendo que minha mãe está viajando. Recomecei a musculação na UNI, voltei ao Muay Thai, engordei 1 kilo, e passei um perrengue desgraçado com o Paulo (só Deus sabe o que eu passei)... "-Que todos os advogados sejam devidamente castigados no final das contas..." É só o que tenho a dizer sobre este dia fatídico... Bem... O Paulo acabou de ligar e disse para eu esperar... esperar... esperar... Não vou surtar, prometo. Ai, quantas promessas foram feitas esses dias... Ai ai ai, se elas não forem cumpridas...É só... Eu tô tão fora de foco hoje... postado por: Amana 10:29 PM Comments: nooossa... tem muito tempo que eu não venho aqui... postado por: Amana 10:17 PM
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