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Este é um blog de assuntos gerais e pessoais; revolta explícita; desejos irrepresentáveis; manifestação de sentimentos negativos,
cujo nome não deve mais ser escrito ou falado, por motivo de superstição recentemente adquirida; euforias; singelezas;
arrepios; tpms; confabulações; autismos e afins...






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Matisse é o pai da lindinha dormindo à vontade, aí em cima.






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Salve, mãezinha!
















Terça-feira, Setembro 26, 2006


Tonari No Totoro

Sexta, dia 29, no Centro de Cultura de BH, às 7 da noite e de graça!

Perfeito pra recobrar a singeleza!!







mas pode falar, se quiser.

Segunda-feira, Setembro 18, 2006



Cruzes! Que feiúra. Quem te ensinou a falar assim? Pode não, viu?
Senão vai ter que lavar a boca com sabão.








mas pode falar, se quiser.

Quinta-feira, Setembro 14, 2006





"Vai se fuder na casa da desgraça, seu filho de uma puta!"



Aprendi isso messe último fim de semana prolongado, que passei todo de cama, com 39 de febre. Foi no filme Cidade Baixa, que nem terminei de ver. Ô putaria, viu? Mas serviu pra traduzir em uma frase simples, de impacto e fácil compreensão, o que eu tenho entalado na garganta há um tempo pro fedaputa da vez, na minha vida. Depois do poema acima, em negrito, o Lázaro Ramos acabou matando com um caco de vidro na bariga, o fedaputa que deu uma facada no seu companheiro de viagem. Sabe como é, né? Consideração. Ele não ia deixar o cara todo fudido sem fazer nada... Tem gente que tem sangue nas veias... Blá... Mas nem era nem pra eu desviar demais, não. Só queria repetir a frase dele, que eu achei muito bonita, principalmente pra ser dita com verdade e com razão.

Saber identificar os fedaputa é cousa muito valorosa nesses tempos. E quem tiver disposição, aponta com o dedo, que é melhor.








mas pode falar, se quiser.

Terça-feira, Setembro 05, 2006






Olha só, que coisa

Domingo eu fui ao show do Slayer... O tipo da coisa que só namorar o Paulo poderia me proporcionar... rs. Mas, contudo, no entando, todavia, eu gostei. hheh. É, gostei. Entramos como fotógrafos e ficamos da área da imprensa, fotografando a banda durante as primeiras músicas e só depois disso pude prestar atenção ao som que aqueles velhinhos cabeludos, tatuados e sisudos estavam fazendo. E não é de todo ruim, não. Nanã. Deu pra sentir, mesmo que fosse bem lá no fundinho, que aquilo tudo tem um propósito, embora eu, sinceramente, o desconheça. A música Raining Blood, por exemplo... Ela me deu uma vontaaaade de matar, mas uma vontaaaade de matar... E não foi o vocalista, não, deu uma vontade de matar alguém, qualquer um, todo mundo, sei lá...rsrs...Por prazer, mesmo.... rs. E isso foi legal. rs. Bom, foi o que eu senti, pelo menos. E deve ser por isso que as pessoas brincam de se matar enquanto ouvem a música, lá, de olhos fechados, dando socos e bicudos em quem quer que se atreva entrar na frente. E muitos de atrevem, na maior alegria. O Paulo, então, tava soltinho igual um pinto no lixo. Lavou a égua. Tirou a barriga da miséria. Hehehehheehe... Na verdade, olhar pra ele era tão ou mais interessante do que olhar pro palco. Acho que a satisfação dele lá em baixo foi a parte do show que eu mais gostei (digo lá em baixo, porque eu mantive uma distância de segurança durante todo o evento). Verdade, verdadeira mesmo, eu tava era morrendo de inveja dele. Heheheheh... Não tanto por estar lá em cima, tendo uma rara e solitária experiência trashmetalzística, enquanto ele se esbaldava de bater e apanhar, feliz. Mas por não poder, nem conseguir participar mais com ele daquele fantástico desgarrego de energias, do qual andamos todos precisando tanto. O Daniel, que também foi com a gente só pra fotografar, ficou vagando pelo lugar até o fim do show, quando o Paulo se revelou uma piscina imunda, trazendo na roupa um pouco da sujeira de cada um que tava lá. E tinha uma cara ótima. hehehehhe...
Devíamos era fazer isso mais vezes, pensei, quem sabe eu não me empolgaria e partiria também pro seja lá o que deus quiser? Mas parei pra planejar melhor, antes que eu dissesse qualquer bobagem. Quer saber? Dia desses aí, vou é cair sinistramente num samba daqueles que eu não vejo há muito tempo... Aí vai ser a vez dele segurar minha bolsa, morrer de inveja e filosofar sobre os propósitos da poesia e do tchicundun.

E que venha o meu feriado que eu tô doidinha pra quebrar tudo!! Oh, Yeah!!!


Live in BH!!!














mas pode falar, se quiser.



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Contador que eu pus qdo o blog fez 2 anos: